Contato

Telefone: (51) 3210-1979
E-mail: pedro.ruas@al.rs.gov.br

34 thoughts on “Contato

  1. Anselmo Cougo Malaguez

    Sou trabalhador da Usina Termoelétrica Presidente Médici, em Candiota, RS. Gostaria de começar um movimento para a substituição do nome de nossa central para COMPLEXO TERMOELÉTRICO PRESIDENTE JOÃO GOULART, em homenagem a esse grande brasileiro que nos deixou precocemente, injustiçado pela ditadura militar.

    1. Olha, Anselmo, a tua ideia é boa e mais do que justa. Acho que podemos começar com um contato com o Prefeito da cidade (não sei quem é) e, se isto não for possível, algum vereador daí. Eu gosto da linha do abaixo assinado, em papel, mas sei que, agora, também nas redes sociais se faz bom movimento. Seja como for, sou teu parceiro nesta luta. Um forte abraço. Pedro Ruas.

  2. Luciano

    bom dia,

    Favor informar se endereço de contato foi alterado. Enviei e o mesmo retornou com mensagem de “email nao encontrado”;

    grato
    Luciano Bauer

  3. Luiz

    Dá uma olhadinha nos benefícios concedidos às empresas de ônibus, principalmente a Carris, no que diz respeito a manutenção dos ônibus….tem coisa. Não estão cobrando como deveria.

    1. Há muitas coisas erradas na relação entre o poder público e as empresas de ônibus. Isso foi verificado durante a nossa luta que resultou na redução do valor da tarifa do transporte público de Porto Alegre. Se tiveres alguma denúncia nos procure no gabinete. Abraço

  4. Rodo

    Quero propor ao Sr, Predo Ruas, um pouco de respeito aos trabalhadores e pagadores de impostos desse Estado, O Sr, deveria ter vergonha na cara ao propor o tal passe livre para vagabundo, onde que já se viu o sujeito escolhe o caminho do roubo, estupro, furto, assassinato, corrupção estelionato e o Sr. vem querer dar tapa na cara da sociedade para bancar tal idiotice??? Faça um favor use um pouco da sua capacidade para algo mais decente. Obrigado!!!!

    1. Rodo,
      Desculpe a demora para responder. Este Blog esteve desativado para atualizações. Vamos as suas colocações:
      1.- Respeito os trabalhadores e todos as pessoas, como cidadão, deputado e advogado trabalhista que sou. É público que nunca defendi patrões, a minha luta sempre foi e continuará sendo pelos direitos dos trabalhadores.
      2.- O senhor teve oportunidade de ler o projeto que trata desse assunto? Se não, pode fazê-lo aqui mesmo no blog. É só clicar em…PROJETOS DEPUTADO PEDRO RUAS – PL238/2015.
      3.Como poderá observar, o PL não trata de “passe livre”, mas sim de uma única passagem , para que o egresso do Sistema Prisional possa retornar ao seu local de origem.
      4.O porquê dessa proposição? O egresso, ao sair da penitenciária, não recebe do estado o documento de identidade, apenas o alvará de soltura. Não tem nenhum tipo de ajuda ou encaminhamento para retornar a sua casa, ou local de origem. Isso faz com que muitos permaneçam longe de suas cidades e, por não terem outra alternativa, são acolhidos por facções criminosas, voltando ao crime, imediatamente após a soltura. Espero ter esclarecido. Continuo ao seu dispor, obrigado pelo contato.

    1. Caro Altemar. Desculpe a demora para responder. Este blog estava sendo atualizado. Quanto a sua pergunta, sim é possível ingressar na justiça. Baste que ser eleitor, com as obrigações eleitorais em dia, através de um advogado. Obrigado pela contato, continuo ao teu dispor.

  5. Paulo Amaral

    Boa noite Ruas! Sou teu eleitor por duas vezes. Sou responsável pela Feira do Livro de Alegrete e gostariamos de contar com uma palestra do Jean Willys esse ano sobre direitos humanos. Nossa feira acontece de 30/05 à 05/06. Teria como fazer o intercâmbio com ele?
    Abraço
    Paulo Amaral
    5599230571

      1. obrigado meu camarada. desculpe deixar você numa enroscada, mas, diante da situação em nosso Pais é muito complicado nós do Psol, fazer acontecer aquilo que o povo deseja. como eu, que não sou diferente, e tanto necessito desta oportunidade no momento em que estou tentando fazer. um abraço, e fique com deus.
        valtelino-

  6. Advogado Vermelho

    Deputado Pedro Ruas,

    Acompanhando a questão da tarifa dos ônibus de Porto Alegre referendada pelo COMTU me surgiu uma dúvida que pode ajudar a própria ação principal que vocês devem ingressar…

    A tarifa reajustada tem, dentre os seus itens, o consumo de combustível dos ônibus.. Como se sabe, o uso do ar-condicionado faz com que o consumo de combustível aumente de forma significativa.. Sabes dizer se isto foi levado em consideração na fixação desta nova tarifa? Como não temos 100% da frota com ar-condicionado, será que foi considerado o consumo máximo de combustível somente na exata proporção de veículos dotados de ar-condicionado?

    E que história é essa de ônibus novos que não tem ar-condicionado, que teriam sido aceitos porque foram comprados antes da licitação? Eles já sabiam que iriam ganhar e deram uma de joão-sem-braço? Pelo que eu li, todo ônibus novo tinha que ter ar-condicionado.. Não tendo, está sendo descumprido o Edital de Licitação? Tem multa por isso? Será que se os ganhadores fossem outros o tratamento também seria outro, sem essas regalias que só a ATP ganha?

  7. Advogado Vermelho

    Prezado Deputado Ruas,

    Não milito nesta área, por isso desculpe-me caso eu esteja falando alguma bobagem..

    Sobre essa história das passagens, que comentei antes com o amigo, não seria o caso de se pedir para as empresas, com base na Lei de Acesso à Informação, abrirem todos os seus custos de operação? Como agora é uma concessão, com base em licitação e que deve ter um contrato administrativo, não estariam as empresas sujeitas a esse tipo de fiscalização?

    Se conseguirmos abrir essa caixa-preta do nosso sistema de ônibus, será que não achamos uma Lava-Jato e uns ATPichulecos?

  8. Advogado Vermelho

    Deputado Ruas,

    Será coinicidência o fato do filho do Sr. Ênio dos Reis, da ATP, ocupar CC de Procurador-Geral da PROCEMPA (logo onde…), com vencimentos superiores à R$ 20.000,00?

    Grande abraço,

    Vamos continuar nossa luta!

    1. Nilo, não há diretório constituído em Capão da Canoa, há somente filiados. Tens interesse em filiação ou formação de diretório? Entre em contato com o assessor Etevaldo Teixeira, responsável pela formação do PSOL no interior- (51) 9905.6423

  9. João Manoel Gusman

    Com seu voto favorável ao aumento das elites do funcionalismo do estado, de onde sairão recursos para os professores, saúde e educação do estado? O Deputado desconhece a situação que o país e o nosso estado está vivendo? Ser Populista a consequência é o abandono dos menos assistidos. Talvez continue tendo votos por aqueles que não conhecem as finanças públicas. Só Deus te punirá por sua irresponsabilidade.

    1. Caro João Manoel Gusman
      Sempre defendi e defendo a valorização dos professores e dos servidores da saúde. Inclusive defendo que conste na LDO a reposição salarial destas categorias. Para que o governo dê o reajuste aos educadores e setor da saúde, teria que cortar privilégios, inclusive os concedidos a empresários via FUNDOPEM (financiamento pelo qual uma parcela do incentivo concedido não é reembolsável). Estes ganham milhões e demitem milhares de trabalhadores, sem cumprir a parte que lhes cabe. Isso temos combatido todos os dias do nosso mandato.
      O índice de 8,13% aprovado na Assembleia Legislativa para os servidores do TJ, MP, TCE e AL resultou do entendimento que os recursos para estes pagamentos já constavam dos respectivos orçamentos destes órgãos e, correspondem apenas a reposição parcial da inflação. Não podemos legislar sobre o Executivo e é este que precisa encaminhar as suas propostas para que possamos votar.
      Não estava em votação o reajuste para os altos cargos como juízes, procuradores ou mesmo deputados, a exemplo do que ocorreu no início de 2015. Bom lembrar que naquela ocasião (janeiro de 2015), o governador Sartori sancionou aumento salarial de 26% para ele, secretários e parlamentares. No que me diz respeito, há um ano e meio, todos os meses, repasso esse valor percentual à duas diferentes instituições, que realizam trabalhos sociais (veja em Blog do Ruas).
      Agradeço a sua atenção.
      Marisa Schneider, assessora de comunicação p/ Deputado Pedro Ruas

  10. Cristiane Nunes

    Querido deputado Pedro Ruas,agradeço o apoio dispensado a nossa luta pela educação.Às vezes tenho impressão de estar longe de um regime democratico.De estar sob a regência de um rei todo poderoso,da aristocracia e clero!!!Mas quando vejo o senhor lutando junto…Sinto que ainda tem jeito.Cristiane

  11. Cristiane Nunes

    Querido deputado Pedro Ruas,agradeço o apoio dado aos professores.Às vezes penso estar distante de um regime democratico de direito.Olho e percebo enorme semelhança com o período monárquico absolutista,da aristocracia e clero.Só volto a acreditar que ainda é possível um país melhor e mais justo quando vejo você na luta ao nosso lado.Obrigada.Cristiane

    1. Prezado Daltro,
      Uma das medidas mais polêmicas do Pacote Sartori foi justamente a PEC 260, ou a PEC do Duodécimo, em que o governo pretendia alterar a forma de repasse aos demais poderes, tendo como base a Receita Corrente Líquida Efetivada. Votei contra a medida, pois o governo sonega sistematicamente as informações sobre o fluxo de caixa do Tesouro e, com isso impede a fiscalização das contas públicas. Além disso, há uma importante contradição no Piratini, que alega calamidade financeira, mas mantém uma estrutura que custa 40 milhões de reais ao ano, como o Tribunal de Justiça Militar, além de propor o pagamento de mais honorários aos procuradores do Estado, que já recebem acima do teto, em torno de R$ 30 mil. Isso sem falar na chamada “caixa preta” das isenções fiscais. O próprio Ministério Público argumenta que falta transparência à política estadual de renúncia fiscal gaúcha, quando algumas empresas são privilegiadas e, sequer prestam contas dos valores que recebem do estado. Esse fato, muitas vezes, dificulta ou até mesmo impede a fiscalização das concessões de benefícios por meio de programas como o Fundopem, por exemplo. O Fundopem oferece hoje um montante de 5 bilhões de reais para 164 empresas. Figura entre elas, a empresa Videolar-Innova S.A, do empresário bilionário Lírio Parisotto com fortuna estimada em R$ 7 bilhões, que recebeu R$ 343 milhões do governo gaúcho. O próprio relator da proposta orçamentária do governo, o deputado Marlon Santos afirma que não pode haver déficit num Estado que deixa de arrecadar mais de R$ 9 bilhões ao ano em benefícios fiscais.
      Enquanto o governo do Estado não tiver clareza e transparência na sua política de incentivos e na forma como administra suas finanças, não é possível aprovar uma medida como a PEC do Duodécimo. Se não temos o básico, que é a informação sobre a arrecadação, como vamos dar um cheque em branco ao governo? Uma das medidas mais polêmicas do Pacote Sartori foi justamente a PEC 260, ou a PEC do Duodécimo, onde o governo pretendia alterar a forma de repasse aos demais poderes, tendo como base a Receita Corrente Líquida Efetivada. Votei contra a medida, por mais justa que possa parecer à primeira vista, pois o governo sonega sistematicamente as informações sobre o fluxo de caixa do Tesouro, impedindo a fiscalização das contas públicas. Além disso, há uma importante contradição no Piratini, que alega calamidade financeira, mas mantém uma estrutura que custa 40 milhões de reais como o Tribunal de Justiça Militar, e propõe o pagamento de honorários aos procuradores do Estado. Isso sem falar na chamada “caixa preta” das isenções fiscais. O próprio Ministério Público argumenta que falta transparência à política estadual de renúncia fiscal gaúcha, o que muitas vezes dificulta senão até mesmo impede a fiscalização das concessões de benefícios por meio de programas como o Fundopem, por exemplo. O Fundopem oferece hoje um montante de 5 bilhões de reais para 164 empresas. Figura entre elas, a empresa Videolar-Innova S.A, do empresário bilionário Lírio Parisotto com fortuna estimada em R$ 7 bilhões, que recebeu R$ 343 milhões do governo gaúcho. O próprio relator da proposta orçamentária do governo, o deputado Marlon Santos afirma que não pode haver déficit num Estado que deixa de arrecadar mais de R$ 9 bilhões ao ano em benefícios fiscais.
      Enquanto o governo do Estado não tiver clareza e transparência na sua política de incentivos e na forma como administra suas finanças, não é possível aprovar uma medida como a PEC do Duodécimo. Se não temos o básico, que é a informação sobre a arrecadação, como vamos dar um cheque em branco ao governo? Uma das medidas mais polêmicas do Pacote Sartori foi justamente a PEC 260, ou a PEC do Duodécimo, onde o governo pretendia alterar a forma de repasse aos demais poderes, tendo como base a Receita Corrente Líquida Efetivada. Votei contra a medida, por mais justa que possa parecer à primeira vista, pois o governo sonega sistematicamente as informações sobre o fluxo de caixa do Tesouro, impedindo a fiscalização das contas públicas. Além disso, há uma importante contradição no Piratini, que alega calamidade financeira, mas mantém uma estrutura que custa 40 milhões de reais como o Tribunal de Justiça Militar, e propõe o pagamento de honorários aos procuradores do Estado. Isso sem falar na chamada “caixa preta” das isenções fiscais. O próprio Ministério Público argumenta que falta transparência à política estadual de renúncia fiscal gaúcha, o que muitas vezes dificulta senão até mesmo impede a fiscalização das concessões de benefícios por meio de programas como o Fundopem, por exemplo. O Fundopem oferece hoje um montante de 5 bilhões de reais para 164 empresas. Figura entre elas, a empresa Videolar-Innova S.A, do empresário bilionário Lírio Parisotto com fortuna estimada em R$ 7 bilhões, que recebeu R$ 343 milhões do governo gaúcho. O próprio relator da proposta orçamentária do governo, o deputado Marlon Santos afirma que não pode haver déficit num Estado que deixa de arrecadar mais de R$ 9 bilhões ao ano em benefícios fiscais.
      Enquanto o governo do Estado não tiver clareza e transparência na sua política de incentivos e na forma como administra suas finanças, não é possível aprovar uma medida como a PEC do Duodécimo. Se não temos o básico, que é a informação sobre a arrecadação, como vamos dar um cheque em branco ao governo?
      Desde já agradeço seu contato e continuo ao seu dispor.
      Atenciosamente.
      Pedro Ruas

  12. Ivete Manetzeder

    Prezado Pedro Ruas,
    sou sua eleitora cativa, pois o considera íntegro e comprometido com a sociedade (características raras em políticos nos dias de hoje), razão pela qual me dirijo ao senhor para perguntar a respeito de dois temas que me inquietam, entre outros: 1. porque o aumento aos papiloscopistas – onerando em 30 milhões anuais os cofres públicos – no momento de grande voracidade contra as fundações com o argumento de desonerar o Estado? 2. porque a esquerda brasileira não está organizando o povo diante do entreguismo do governo do usurpador ditador Temer e do desmonte do Estado brasileiro?

    Cordialmente,
    Ivete Manetzeder

    1. Prezada Ivete,
      votei contra a emenda assinada pelo governo, que transformava os papiloscopistas em peritos. Jamais compactuei com tal medida, que pode gerar um custo de até 30 milhões de reais por ano. Votei a favor do projeto que trata do regime de trabalho no Instituto Geral de Perícias, esse sim, sem custo algum para o Estado.
      Quanto à esquerda brasileira, só posso responder pelas minhas atitudes e as diretrizes de meu partido (PSOL). Tenho acompanhado, recebido e apoiado lideranças que organizam e participam de mobilizações populares contra o desmonte do estado.
      Desde já agradeço o seu contato e continuo ao seu dispor.
      Atenciosamente,
      Pedro Ruas

  13. Jairo Stedile

    A Má fé do Banrisul.

    Desrespeito é o que ocorre com os aprovados no cadastro de reserva do último concurso do Banrisul. Candidatos aprovados no cadastro de reserva aguardam há mais de um ano para serem convocados e deparam com a morosidade e má vontade da instituição. O Banrisul está matando o sonho dos aprovados!

    O banco tem preferido utilizar abundantemente a mão-de -obra barata de estagiários para realizarem tarefas destinadas a escriturários, caracterizando desvio de função . Foram convocados apenas 300 escriturários aprovados no último concurso, enquanto isso mais de mil estagiários foram admitidos.

    A situação estaria dentro da normalidade, visto que o edital previa a convocação de 300 aprovados e, segundo o STF, os demais do cadastro de reserva têm apenas expectativa de direito à vaga.

    Porém, há provas flagrantes de estagiários em desvio de função. Há, inclusive, a confissão de diretores da instituição afirmando de forma literal que os escriturários que virão a ser desligados serão substituídos por estagiários. Há um Plano de Incentivo a Aposentadoria em andamento que prevê o desligamento de 700 escriturários Esse tipo de plano tem objetivo de oxigenar o quadro de pessoal da instituição, desligando funcionários mais antigos e onerosos para substituí-los por novos funcionários. Até o momento não houve nenhuma convocação para reposição dos desligamentos ocorridos. Fica clara que a postura atual do banco não é repor escriturários, mas sim estagiários.
    Além de tudo, é notória a falta de funcionários nas agências. Isso não afeta apenas os aprovados que investiram tempo e dinheiro na preparação para o concurso e veem suas expectativas minadas a cada dia que passa. Afeta também os clientes que enfrentam horas nas filas para serem atendidos e os funcionários que vivem sobrecarregados, pois não há substituição dos que saem.

    Injustiça é o sentimento dos aprovados neste momento. Ou o Banco agiu de má-fé ao lançar o edital com um número de vagas bastante limitado de escriturários em detrimento ao desproporcional número de estagiários, ou ignora as necessidades de funcionários qualificados e bem preparados, comprometidos com a instituição, por simplesmente visar cada vez mais lucros e para isso utilizar-se de mão de obra barata.

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