CPI da Saúde: Se os vereadores não assinam, assinamos nós!

O PSOL chama a população de Porto Alegre a se somar na mobilização pela instalação da CPI da Saúde, através deste abaixo-assinado. Apenas o clamor popular pode garantir que o escândalo do desvio de R$ 9,6 milhões da Secretaria Municipal da Saúde, cujo secretário Eliseu Santos foi assassinado, não termine em pizza.

Eliseu prestava depoimento à Polícia Federal sobre a contratação do Instituto Sollus para gerir o PSF – Programa Saúde da Família, onde ocorreu os desvios, e declarou que vinha sofrendo ameaças, atribuídas à empresa de segurança Reação, que foi responsável pela vigilância dos postos de saúde da Capital.

Pesquisa espontânea realizada pelo instituto Datafolha revelou que a saúde é a maior preocupação dos gaúchos. A prefeitura de José Fogaça foi marcada pelo fechamento de postos, péssimas condições de trabalho para os servidores da área e cortes de recursos. Fogaça em sua campanha prometeu a abertura de 200 postos de Saúde da Família em Porto Alegre. Não cumpriu nem a metade dessa meta ao deixar o cargo para concorrer ao Piratini.

Nesta semana, o MPF – Ministério Público Federal pediu a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ex-prefeito Fogaça para as investigações da Polícia Federal. Conforme o líder da oposição na Câmara Municipal, Pedro Ruas, é a primeira vez que a capital gaúcha tem um chefe do Executivo submetido a essa medida. “A quebra de sigilo reafirma a necessidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde nesta Casa”, afirmou o vereador. “A CPI até pode ser ineficaz, como já ocorreu, principalmente, na esfera federal. Mas, a Câmara deve exercer seu papel e instalar essa comissão.”

Imprima o abaixo-assinado. As folhas assinadas podem ser entregues na sede do PSOL: Rua da República, 108 – Cidade Baixa.

3 thoughts on “CPI da Saúde: Se os vereadores não assinam, assinamos nós!

  1. Renato Pinali

    Amigo Pedro…
    Tenho uma questão importante que quero partilhar.
    Um professor recebe seus 900 a 8000 mil reais, conforme o tempo, status e tal…qualquer profissional é assim. Política, ao meu ver não deveria ser profissão, mas um ato altruista, se um cidadão que tenha a aptidão para o querer ajudar ou fazer alguma coisa pelo seu povo, independente de salários exorbitantes e manipulação de verbas enormes como os deputados que gerenciam mais de 100 mil reais e têm um séquito enorme a seu dispor e mordomias exageradas. Não, politica deveria ser feita da seguinte forma…a pessoa que fosse fazer política teria dois mandatos em sua vida, somente e intercalados, para não ter tempo de formar grupos dispostos ao injusto, ao vil…e teria como salário, o seu salário, de sua profissão, até um teto razoável. O padeiro que ganha seu salário teria o seu salário pago no tempo que fosse político…o médico, o advogado…o alto empresário…pois há e sabe-se disso, ministros que no privado ganhariam salários de 200 mil reais, mas estáo ministros e ganham seus 20 e poucos mil, sei lá se tanto. Porque isso, é o altruismo ou interesses outros, pois seria esse salário o cafezinho? Porque a pessoa entra na política e nunca mais sai dela, fazendo de tudo para se manter lá? Não vamos falar em nomes , mas porque não atuam como trabalhadores e não largam essa teta? É digno ser político a vida inteira?
    Obrigado pela atenção.
    Renato Pinali – eleitor

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